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NILC-FakeNews: um caminho da nossa história.

Este endereço foi divulgado pela USP em 2018 como acesso a um bot de pesquisa no WhatsApp. Aqui você encontra o contexto daquele projeto e um caminho de verificação que pode usar hoje.

Gaveta de arquivo simbólica com pastas sem rótulos e divisórias azuis
A história, com seus limites visíveis.

O que aconteceu em 2018

Pesquisadores da USP e da UFSCar apresentaram uma demonstração de detecção automática de notícias falsas em português. A publicação do ICMC apontava este URL para o acesso pelo WhatsApp. Murilo Gazzola foi citado como responsável por disponibilizar essa integração.

Para uma mensagem recebida agora, comece pelo guia de verificação antes de compartilhar e registe as fontes na ficha local. A descrição histórica deste projeto ajuda a compreender o contexto; não substitui uma resposta atual nem uma verificação da afirmação concreta.

Registros relacionados: DetectFake / DAFn, A lista histórica de imprensa.

Classificar o texto não é comprovar o fato

A página do FakeCheck descreve modelos treinados no corpus Fake.Br e os apresenta como prova de conceito. Um padrão de escrita não comprova que um acontecimento ocorreu. O próprio projeto recomenda consultar outras fontes; resultados experimentais antigos não são uma garantia para mensagens atuais.

Como usar este endereço hoje

O acesso histórico ao WhatsApp está identificado abaixo. A situação do aplicativo antigo é apresentada na página de acessos. A ficha deste site é um recurso diferente: organiza fontes e dúvidas, sem produzir uma classificação automática. Abra a ficha de verificação, siga o roteiro para mensagens ou consulte a descrição original do FakeCheck.

Abrir o acesso no WhatsApp ↗

Destino recuperado do arquivo e confirmado pela equipe. Não enviamos mensagens nem testamos uma classificação em seu nome.

Outro projeto histórico, com objetivo distinto, está documentado em CheckCorona (2020).

O que o teste da ferramenta Web confirmou

Em 19 de outubro de 2026 enviamos um único texto sintético próprio de 135 palavras, sem dados pessoais, à ferramenta Web separada FakeCheck. A interface retornou uma classificação que sugeria possível falsidade e recomendava consultar fontes confiáveis. Isso confirma uma resposta do modelo nesse teste; não mede precisão nem verifica o bot WhatsApp.

A página de conversa WhatsApp abriu, mas o teste de resposta ainda depende de login. Nenhuma resposta do bot Messenger foi verificada. Um link sozinho não comprova que um bot funciona.

Consultar o escopo do teste e as evidências de acesso · Todos os acessos.

Por Otwoo · Atualizado em

Fontes e referências
  1. www.icmc.usp.br · fonte 1 ↗
  2. nilc-fakenews.herokuapp.com · fonte 2 ↗